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Aterrorise, Ameace e Insulte sua própria inútil Geração (publicado 31/07/2007)

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E continua a saga da galera que tem agitado o mundo literário por aí afora, desta vez com uma resenha na edição de Setembro da revista Arena:

THE OFF-BEAT GENERATION

Enquanto a mídia contínua obcecada com a influência do MySpace sobre a indústria da música, uma nova geração de escritores internautas estão revolucionando o mundo da ficção…

Jovens, indomados, lindos e influênciados tanto por punk rock como por Proust, uma nova onda de imprecisamente cooligados - escritores apelidados The Off-Beat Generation vem bombardeando a internet com contos e poemas via MySpace e com apoio de sites como 3:AM Magazine para organizar eventos e ganhar publicidade.

Embora escritores dividem certa literária e musical influência é a energia, atitude e constante comunicação entre os Off-Beat escritores que os unem. E agora em 2007, o mundo das grandes editoras está finalmente começando a compreender esta mentalidade do Ano Zero.

O centro da cena é o romancista Tony O’Neil, nato em Blackburn (UK), porém residente em Nova Yorque. Ja foi tecladista de Briam Jonestown e Kenickie. Com 28 anos de idade sobreviveu o vício em crack e heroína e dois casamentos para escrever um vasto material atribuído a esses anos e atrai comparações com William Burroughs e Dan Fante. Seu primeiro romance Digging The Vein (Wrecking Ball Press) é uma confissão cru, na qual você se desliza entre as palavras.

“Eu comecei a escrever por estar enojado por meus escritores favoritos estarem todos mortos”, explica O’Neil, autor de três livros. “Como tudo, o mundo das editoras é feito por comitês e quando um livro consegue chegar aos departamentos de marketing, ja foi reduzido a algo tão apetitoso quanto um big mac requentado. A internet ainda é como um playground para os radicais, para os que ficam de fora, excêntricos e os ocasionais gênios. Eu a vejo como a primeira onda de bandas punk que tocavam no CBGB. A maior parte da audiência são outros escritores, mas é uma chance de se desenvolver, para experimentar e as vezes gritar e abusar uns dos outros. Isto é - embora eu possa sentir o gosto do vômito enquanto digo isto - arte pelo próprio bem da arte.

Primeiramente discoberto por Dennis Cooper, que publicou seu aclamado livro de estréia Victims do prodígio Americano Travis Jeppesen, quando ainda estava nos seus 23 anos, é influênciado por poesia, pornografia heavy metal, gatinhos e caos”. Ocasionalmente escatológico e sempre provocante, seu livro novo Wolf At The Door (Twisted Spoon) é o tipo de uma sombria e poética jornada na Europa que apenas um Americano fora do país poderia escrever.

Enquanto isto, representando Londres está Heidi James, autora do vindouro romance Carbon (Wrecking Ball Press) e também é proprietária da Social Disease, uma nova editora que está focalizando em transferir a Off-Beat do cyberspace para páginas.

“Todas as revistas impressas consideram meu trabalho muito ‘dificil’ para o ‘mercado’,” ri James. “Com publicação online você não é esperado em ser um produto de consumo do tipo normal, então você é livre para experimentar e ariscar suas chances, você tem a liberdade de fazer qualquer besteira. É só uma pena que um acordo feito sobre o livro é o que ligitimiza um escritor, você tem que ‘chegar lá’ e passar do lado do cyber para o do papyrus.”

Nascido do tédio, blogando e com apreciação pelas bobeiras da vida. Tao Lin, 23 anos de idade situado em Nova Iorque. Suas incansáveis e destocidas postagens online lhe rendeu um acordo para o lançamento de dois livros publicados simultaneamente, um romance entitulado Eeeee Eee Eeee (Aparentemente, o som que os golfinhos fazem), em qual Elijah Wood é assassinada por um golfinho, e uma coleçao de contos, Bed (ambos Melville House). Seu trabalho também é encontrado em uma enxente de sites literários, Lin também pode ser visto em atrapalhados recitais vestido como um urso e colando seus flyers nos prédios das maiores corporações de Manhattan.

É uma perfeita combinação de brincadeiras a danos em suas auto-promoções e a fatal intenção de seus textos em que está estabelecendo a Off-Beat Generation como os escritores de amanhã.

Stuckafé Brasil (publicado 30/07/2007)

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“Suas pinturas são empacadas,
você é empacado!
Empacado! Empacado! Empacado!”

Tracey Emin

Stuckafé Brasil é um grupo dirigido a artistas brasileiros e demais aficionados em Arte que se interessem pelo movimento STUCKISM INTERNATIONAL.

A ramificação brasileira do movimento foi fundada pela Moderadora Iracema Brochado em 2001.

O grupo tem por finalidade promover a discussão (saudável, civilizada e academicamente consistente, na medida do possível) sobre os tópicos propostos abaixo:

a) aspectos do movimento - manifesto, idéias etc. -, e de como a realidade vivida pela Arte Brasileira pode nele se encaixar;

b) pesquisa artística e acadêmica (sobre Artes Visuais, História da Arte, História Cultural e afins - brasileiros);

c) as diferentes formas de arte no Brasil, seja nos âmbitos acadêmico ou popular;

d) a Arte Brasileira na mídia (nacional e internacional);

e) distinção entre Arte e Entretenimento.

Outras finalidades podem se ajustar, à medida que o grupo cresça e evolua.

Embora destinado a brasileiros, qualquer falante de Língua Portuguesa que se interesse pelo movimento é bem-vindo também.

3:AM Brasil já embarcou no grupo e estamos esperando você aparecer e tomar um cafézinho bem empacado com a gente.

Aztec & Speto em Church Street (publicado 20/07/2007)

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Church Street em Stoke Newington é uma das mais novas badaladas áreas de Londres. Speto, um grafieiro brasileiro está por aqui colaborando com o artista local Aztec, outro projeto do Troca Brahma, o trabalho está sendo feito numa das paredes junto a Church Street num dos lados de um brechó. A loja está, obviamente, localizada no centro da variada comunidade que passa por ali, que entra e sai da lojinha por todo o dia.

Tá em Londres? Confira o trabalho em conjunto dos artistas, e aproveita para conhecer a área, e claro, a lojinha. Para ver mais fotos do trabalho clique aqui.

Um Chorinho (publicado )

Este vídeo foi gravado em Santos no Dia Nacional do Choro (23 de abril — aniversário do mestre Pixinguinha) pelo grupo antes chamado de Balaio de gato, agora chamado de Choro das três.