Arquivos de Música.

Música e Preconceito publicado 18/11/2008

amy_winehouse.jpg Ela canta com voz de uma negra gorda de 40 anos, tem uma expressão corporal de uma etíope raquítica de 60 e um cérebro de uma menina branca e mimada de dez, destas crianças que nem os pais suportam. Não bastasse isso, é viciada em drogas, dizem que das pesadas, além de álcool e tudo mais que destrua a saúde. É pouco? Pois tem mais…

Estreiando na 3:AM Magazine Brasil como editor, Beto Canales esclarece o que realmente importa sobre Amy Whinehouse.

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Velhos Britpoppers Não Morrem publicado 25/07/2007

benmyers.jpgBritipop não destruiu o indie mas deu um alerta às gravadoras para o apetite do publico por nerds magrelos denunciando a cultura americana e proclamando seu próprio fulgor. Claro, além de algumas cidades européias e o bizarro disco-japonês, o mundo permaneceu largamente despreocupado pelo Britpop, possivelmente por ser um movimento baseado numa cultura reciclada três décadas de importância da referência distintamente Inglesa indicando (as letras de Small Faces, o pesado refrão do Wire, o estilo de vestir de Grange Hill) em vez de qualquer coisa aproximando inovação.

Ben Myers admira porque britpoppers estão pegando canetas invéz de guitarras.

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For All The Fucked-Up Children Of The World publicado 18/07/2007

fucked_up_1.jpgErik descobriu algumas intragáveis opiniões durante o curso de sua pesquisa — muitas mostradas em suas verdadeiras cores — Como você trabalha e alega que é amigo de alguém que mais tarde é descartado como um ditador sem talento? Ja li estes tipos de livros antes, estou bem ciente de queixas e amarguras de secundários membros de bandas, que tem seu talento ignorado, dizem eles. Dito isto, este é um livro a base de muito boa pesquisa.

Do fundo do baú. Importante figura do Pop Underground Inglês Sonic Boom escreve exclusivamente para 3:AM sobre a história Spacemen 3 e Spiritualized.

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My Bloody Valentine’s Loveless publicado 28/05/2007

love.jpgDa era shoegazing, qual o autor firmamente o coloca, mas também procura montar um conjunto de argumentos para que seja considerado um álbum clássico, este é, provavelmente, o único candidato que poderia chegar a tal lista… Como eu ja disse, pedantes que gostam de nada mais que discutir os minimos detalhes.

A. Stevens da o veredito na 33 1/3 edição do Loveless My Bloody Valentine.

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