Arquivos de Poesia.

Um Dia Pelo Outro publicado 02/09/2008

rc.jpg

Numa quinta

acordei

acreditando

que era sexta.

Por Rodrigo Chagas.

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Pensamentos (So/No)turnos publicado 11/08/2008

avatar_jeff1.jpgAo seu lado dorme o vazio.

Retira perfume e calor

Ocupa o lugar dela.

Anjos não vê mais

Quando abre os olhos

Só sonha

Por Jefferson Luiz Maleski.

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Amor Pensado publicado 19/11/2007

avatar_jeff.jpgQuisera eu acreditar no amor como algo inventado na idade média, moderna ou antiga.
Que algum filósofo ou escritor pensou e puf! criou o amor.
Fácil assim.
Sem paranóia.
Talvez se acreditasse nisso também acreditaria que posso dizer o que eu quiser que o amor é e puf! acreditariam em mim.

Por Jefferson Luiz Maleski.

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3 Poemas publicado 14/11/2007

eloi.jpgQuem nasceu na vida assim
Pobre como eu nasci
Tem que ganhar seu din-din
Saltando daqui prá’li

Quem me viu numa zerada
Que veio lá do Japão
Eu mesmo não tenho nada
Ela é do meu patrão

Por Elói de Paula Pereira.

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Cágados, gatos & Etc publicado 18/10/2007

rc.jpgNHAC!
Abocanham os polegares,
indicadores e os mindinhos…
Deixo o menor cair
e espatifar-se no chão.
Pobre coitado.
Pequenos pedaços
p/todos os lados.
As formigas removem
seus cadáveres.
Não sabia que os pequenos
podiam ser tantos.
Cágados são bacanas,
mais que gatos.

Mais um pseudo-poema de Rodrigo Chagas.

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Poema publicado 25/09/2007

eloi.jpgSou tigre ferido
Sou caso perdido
Sou culpa sem dono
Boêmio sem sono
Sou noite sem fim
Num jogo de azar



Por Elói de Paula Pereira.

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Cotidiano publicado 21/09/2007

everton1.jpgLuz e um pouco de sombra,

um punhado de ar, alimento

não muito farto. Sono leve,

janela aberta, brisa amena,

noites serenas, mas deleitosas.

Por Everton Lourenço.

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Refrão publicado 14/09/2007

rm2.jpgO violão, afinado,

espia minha desarmonia.

Não há melodia

de um acorde só.

Por Reinaldo Melo.

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Dois Poemas publicado 10/09/2007

vanderlei.jpgMarmita debaixo do braço
Dentro dela arroz e feijão
Não deu pra deixar dinheiro para o pão
E ele pensa: O que eu posso eu faço…
Chegou na estação
Não desce, é empurrado
No corpo o velho blusão surrado
E lá vai ele ganhar o pão.
Marca o cartão,
E começa a batalha
Sol está quente, a fábrica uma fornalha
Lamenta a vida, xinga o patrão.

Por Vanderlei Lourenço.

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Temporal publicado 24/08/2007

rm1.jpgSaía de casa,

todos os dias,

para enxugar

as lágrimas do mundo.

Num dia,

morreu afogado.

Por Reinaldo Melo.

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